O significado de ser mãe no espectro da neurodiversidade
Além do diagnóstico: uma jornada de descobertas
Ser mãe de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outras condições do neurodesenvolvimento é ressignificar o conceito de “vitória”. O diagnóstico não é um ponto final, mas o início de uma trajetória onde cada marco alcançado é celebrado com uma intensidade única.
O luto do diagnóstico e a aceitação
É natural que a mãe passe por um período de luto pelo “filho idealizado”. Validar esse sentimento é o primeiro passo para a construção de uma relação saudável e de um suporte multidisciplinar eficiente que respeite a essência da criança.
Os desafios invisíveis da carga mental materna
Burnout parental e a saúde mental da mãe
A mãe atípica frequentemente assume papéis de terapeuta, advogada e mediadora escolar, o que pode levar ao estresse crônico. Na nossa clínica observamos que o sucesso da terapia da criança está diretamente ligado à saúde mental de quem cuida.
A importância da rede de apoio
Nenhuma mãe deveria caminhar sozinha. Ter uma rede de apoio, seja através de familiares, grupos de mães ou da equipe clínica, é vital para evitar o isolamento social e garantir a sustentabilidade do cuidado a longo prazo.
Transformando desafios em autonomia e conexão
O papel das terapias no fortalecimento do vínculo
As intervenções de Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia e Psicologia não servem apenas para a criança; elas oferecem ferramentas para que a mãe compreenda o perfil sensorial e comunicativo de seu filho, fortalecendo a conexão entre ambos.
Celebrando as “vitórias invisíveis”
Neste mês das Mães, o convite da Clínica Viver Bem é para que você olhe para os pequenos progressos: aquele contato visual mais longo, a primeira vez que ele usou uma estratégia de autorregulação ou o sorriso após uma conquista motora.
Clínica Viver Bem Barreiro sempre com você e sua família!
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